quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Olimpíadas my ass - parte 3

Todo mundo sabe que videogame é muuuuuito mais legal do que esporte. É por isso que o nosso próximo pódio de coisas-que-você-não-verá-na-Globo-comentadas-por-Tande-e- Oscar-Schmidt é de:

As melhores bizarrices que fazem os games dos anos 90 rularem tetas*

5. O carro da fase bônus de Street Fighter

Existe algo mais irritante do que essa fase bônus de Street Fighter II? O tempo é pouco, o carrinho não quebra de jeito nenhum e os personagens, em sua maioria, não respondem aos comandos com a agilidade necessária para destruir a bagaça.

Por que ruleia: A destruição do carro valia pontos extras, o que, num jogo de luta como Street Fighter, é o mesmo que valer absolutamente nada. Mesmo assim, todo mundo se matava para acabar com o negócio.

4. Socar seu parceiro no Double Dragon

Se havia algo que diferenciava Double Dragon de outros clássicos como Streets of Rage era o fato de que, durante todo o game, você podia dar porrada no seu companheiro até matá-lo. Isso era especialmente útil se você jogava com amigos ou familiares e desejava se vingar deles de forma saudável.

Por que ruleia: Porque, além de permitir espancar os seus amiguinhos, esse recurso também mostrava que a vingança é um prato que se come cru: se você matasse seu companheiro, ele podia voltar à vida roubando seus continues =P

3. Samus era mulher

Metroid é um verdadeiro totem dos games de side-scrolling, e sua história e gameplay já seriam suficientes para eternizá-lo no coração dos jogadores. Mas os criadores ainda reservaram uma pequena e inovadora surpresa: no final do jogo, o caçador espacial Samus Aran tira a armadura e revela ser... uma mulher?!?

Por que ruleia: Lara Croft e cia. têm muito a agradecer: a cena de Samus revelando sua identidade teve, para os videogames, o mesmo efeito que as fogueiras de sutiã tiveram para o mundo real. É claro que o fato de Samus ser uma ruiva gostosérrima e só usar um biquíni vermelho era apenas um detalhe.

2. Os fatalities de Mortal Kombat

Seja derretendo seu inimigo com uma cusparada de ácido, sugando suas entranhas pela boca ou empalando-o com uma vara e chacoalhando-o até os órgãos se soltarem, finalizar a luta em Mortal Kombat era sempre uma experiência única.

Por que ruleia: Destruir os oponentes de forma sangrenta era tão legal que virou questão de honra decorar os comandos dos fatalities, mais até do que saber os macetes para ganhar as lutas.


1. Cavalgar bichos indefesos e sacrificá-los depois

Esqueçam os jogos de corrida. Legal mesmo era pilotar os dinossauros cuspidores de fogo em Golden Axe, os Yoshis coloridos e linguarudos em Super Mario World, os rinocerontes e avestruzes em Donkey Kong e os coelhinhos fofinhos em Bomberman. Nos games dos anos 90, nada era mais megalomaníaco, primitivo e supercool do que montar numa dessas criaturinhas e obrigá-la a carregar seu personagem no lombo até a próxima fase.

Por que ruleia: Invariavelmente, as criaturinhas tinham que sacrificar a própria vida para que o personagem principal pudesse seguir em frente. Mas, mesmo assim, elas nunca abandonavam os heróis e sempre se permitiam ser exploradas novamente. Kim Jong-il, Mao Tse-Tung e cia. devem ter aprendido muita coisa jogando videogame.






















*Obrigado ao Thales, que ajudou com idéias para o post

3 comentários:

Anônimo disse...

Pô, de todos estes eu só joguei Street Fighter e Mario..e olha que eu sempre fui péssima.
Acho que nunca cheguei na parte de destruir o carrinho.. :(

Anônimo disse...

hahahaaha

idéias concretizadas!

mas esses games marcaram época, quem nunca jogou, dou uma indicação, pode vir jogar ;D

robertoseresteiro disse...

Ah, eu adorava destruir os carros! Era uma das melhores partes do Street Fighter. E eu sempre destruía os carros até o fim. Abraços